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H. Yu
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W. Li
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X. Liu
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Q. Song
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J. Li
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J. Xu
Este artigo investigou como o excesso de níquel (Ni) afeta o metabolismo do tomateiro. Os resultados mostraram que a toxidez por Ni inibiu a fotossíntese, interferiu no acúmulo de micronutrientes e desencadeou estresse oxidativo nas plantas. Um achado chave foi a redução nos níveis dos hormônios auxina, citocinina e giberelina, causando nanismo e induzindo a formação de raízes laterais em formato de escova. O trabalho serve como base científica para identificar genes que podem ser usados no futuro para reduzir a absorção excessiva de Ni, contribuindo para a segurança alimentar.
Toxicidade do níquel, micronutrientes, resposta ao estresse oxidativo, fitohormônios, rede regulatória da transcrição
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Este artigo aborda diretamente a regulação metabólica e de sinalização do jasmonato nas plantas, incluindo sua biossíntese e percepção por receptores específicos, com impacto sobre a fisiologia vegetal. O hormônio vegetal jasmonato atua tanto na defesa contra fungos necrotróficos e insetos quanto na regulação do crescimento e desenvolvimento. A identificação das proteínas JAZ, em 2007, representou um marco fundamental ao revelar as moléculas centrais de sinalização que conectam a percepção do jasmonato à regulação transcricional abaixo do gene (downstream).
Respostas de defesa, desenvolvimento, jasmim (Jasminum spp.), jasmonato, proteína JAZ, sinalização, regulação transcricional
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sta revisão aborda o papel das proteínas quinases tipo receptor na resposta das plantas a estresses abióticos, como seca, salinidade, calor, frio e metais pesados. O conhecimento emergente sobre essas proteínas abre caminho para o desenvolvimento de cultivares mais tolerantes a condições adversas, contribuindo para a segurança alimentar e a agricultura sustentável.
Quinases semelhantes a receptores, quinases citoplasmáticas semelhantes a receptores, estresses abióticos, espécies reativas de oxigênio, sinalização
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M. Faizan
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J. Chen
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F. Karabulut
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R. Sharma
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S. Afzal
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P. Sharma
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P. Alam
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S. Hayat
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I. Khan
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S. M. Ahmed
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X. Dai
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H. Wan
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C. Zeng
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H. Sultan
Esta revisão aborda os mecanismos de regulação hormonal e de transportadores de membrana, que são a base para o desenvolvimento e aplicação de bioestimulantes e reguladores vegetais. Cada hormônio ativa vias de sinalização que alteram a expressão, a localização e a função das proteínas transportadoras. Entender essas redes regulatórias integradas abre caminho para o desenvolvimento de cultivares mais eficientes no uso de nutrientes e mais tolerantes a condições adversas.
Regulação hormonal, transportadores de membrana, homeostase iônica, tolerância ao estresse, equilíbrio fitohormonal
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Este artigo discute os mecanismos fisiológicos regulados por hormônios vegetais, que podem ser modulados por bioestimulantes. A deficiência de boro induz uma reprogramação coordenada do metabolismo hormonal em plântulas de canola, com aumento significativo dos níveis de ácido abscísico e auxinas, e redução acentuada de citocininas e giberelinas. Essas respostas integradas demonstram que o status nutricional de boro regula o crescimento vegetal por meio de ajustes finos e específicos na homeostase hormonal.
HR-ICP-MS, deficiência de boro (B), metabolismo hormonal, deficiência de nutrientes, canola (Brassica napus), fitohormônio, ácido salicílico (AS)
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D. Das
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H. Kashtoh
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J. Panda
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S. Rustagi
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Y. K. Mohanta
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N. Singh
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K.-H. Baek
Esta revisão demonstra como as interações entre hormônios vegetais constituem uma rede regulatória finamente calibrada que equilibra crescimento e adaptação a estresses abióticos. O entendimento desses mecanismos oferece um caminho biotecnológico para o desenvolvimento de culturas mais tolerantes à seca, salinidade, calor e metais pesados, alinhando-se diretamente às metas da ONU para a fome zero, ação climática e produção responsável.
Fitohormônio, interação, resposta abiótica, ODS, segurança alimentar, mudanças climáticas, adaptação
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Esta revisão abrangente consolida o conhecimento atual sobre a biossíntese, sinalização e os diversos papéis da melatonina em plantas, destacando seu potencial como uma molécula multifuncional com ações que vão desde a promoção do crescimento até o aumento da tolerância a estresses abióticos. A compreensão dos metabolismos espécie-específicos e dos diferentes metabólitos, abre caminho para o desenvolvimento de novas estratégias biotecnológicas visando cultivos mais resilientes e produtivos.
Melatonina, metabólitos da melatonina, via proteínas quinases ativadas por mitógeno (MAPK), metabolismo
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T. P. Acharya
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S. U. Nambeesan
Este artigo avaliou o uso de de reguladores vegetais como prática de manejo do amadurecimento dos frutos de mirtilo. Os reguladores vegetais promoveram aumentos transitórios nos teores de sacarose, glicose e frutose, redução do malato e elevação rápida de múltiplas antocianinas, acompanhados pela maior expressão de genes‑chave do metabolismo de açúcares e da rota biossintética das antocianinas. Embora as alterações metabólicas não tenham persistido até os frutos maduros, a qualidade pós‑colheita não foi prejudicada de forma consistente, ainda que se tenha observado, em alguns casos, ligeira redução do peso dos frutos. Os resultados demonstram que o etileno atua como um indutor rápido e transitório do metabolismo de açúcares, ácidos e antocianinas, promovendo o amadurecimento sem comprometer a qualidade final da fruta.
Ácido 1-aminociclopropano 1-carboxílico (ACC), antocianina, etefon, qualidade da fruta, ácido orgânico, açúcar
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A. Couëdel
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L. Alletto
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É. Justes
Este artigo demonstrou que as culturas de cobertura das famílias Brassicaceae (crucíferas) e Fabaceae (leguminosas) apresentam efeito sinérgico na absorção de macro e micronutrientes, superando o desempenho de cultivos isolados. A complementaridade de nichos e a facilitação aumentam a aquisição de nutrientes como C, N, S, P, K, Ca, Mg, B, Cu e Zn, com destaque para Fe. Embora algumas interações resultem em competição negativa para P, K, Ca, B, Cu e Fe em determinadas espécies, os resultados evidenciam que a diversidade funcional potencializa a ciclagem de nutrientes no solo e a prestação de serviços ecossistêmicos, consolidando-se como uma prática estratégica para a sustentabilidade agroecológica.
Consorciação de culturas, cultura de cobertura, macronutrientes, micronutrientes, interações interespecíficas, complementaridade, competição, consorciação Brassicaceae-Fabaceae
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Y. Xing
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R. P. Yu
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R. An
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N. Yang
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J. P. Wu
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H. Y. Ma
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J. D. Zhang
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X. G. Bao
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H. Lambers
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L. Li
Este artigo avaliou consórcios de milho (Zea mays) com canola (Brassica napus) e as leguminosas fava (Vicia faba), grão-de-bico (Cicer arietinum) e soja (Glycine max), combinando experimento de campo e meta-análise. Os resultados mostraram dois mecanismos complementares que impulsionam a aquisição de nitrogênio pelo sistema solo-planta, o aumento da fixação biológica de nitrogênio pelas leguminosas e a melhoria da ciclagem de nitrogênio no solo, mediada por maior atividade enzimática. Um achado inédito revela que a diversidade de culturas gera um ciclo de feedback positivo sobre a fertilidade do solo, intensificando o efeito de complementaridade ao longo do tempo. Esses resultados comprovam que a introdução estratégica de leguminosas e a escolha de combinações de espécies com grupos funcionais distintos são caminhos promissores para estabelecer agroecossistemas produtivos e sustentáveis em escala decadal.
Biodiversidade e funcionamento do ecossistema, fixação biológica de nitrogênio, consórcio de culturas com leguminosas, efeito de seleção, enzimas do solo responsáveis pela aquisição de nitrogênio
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