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Opportunities and challenges in mitigating nutrient stress in plants via melatonin-mediated signaling pathways
Resumo
O estresse nutricional ameaça significativamente a produtividade agrícola, comprometendo o crescimento, o desenvolvimento e a produção das plantas. Nos últimos anos, tem crescido o interesse no potencial das vias de sinalização mediadas por melatonina para aliviar o estresse nutricional e aumentar a resiliência das plantas. A melatonina exerce diversos papéis na fisiologia vegetal, incluindo participação na regulação de processos fundamentais como fotossíntese, desenvolvimento radicular e respostas a estresses. Numerosos estudos relataram que a aplicação exógena de melatonina pode aumentar a eficiência de absorção de nutrientes, promover o crescimento radicular e melhorar o estado nutricional geral das plantas. Foi demonstrado que ela facilita a absorção de minerais essenciais ao modular transportadores de nutrientes e a expressão gênica relacionada. Sua capacidade de regular a absorção, alocação e utilização de nutrientes pode ajudar a aliviar o estresse nutricional em plantas. Verificou-se que o tratamento com melatonina aumentou a eficiência de uso de nutrientes (NUE) em até 20%, resultando em maiores produtividades e acúmulo de biomassa. Esse aumento da NUE foi atribuído à melhoria da absorção, translocação e atividade fotossintética. Além de aumentar a NUE, a melatonina melhorou o crescimento e desenvolvimento radicular, levando a melhor absorção de nutrientes. A melatonina, como molécula sinalizadora, oferece oportunidades promissoras para melhorar o crescimento, desenvolvimento e tolerância a estresses das plantas. No entanto, desafios como compreender os mecanismos intricados da sinalização da melatonina, otimizar seus métodos de aplicação e garantir sua compatibilidade com diferentes espécies vegetais e condições ambientais precisam ser abordados. Mais pesquisas e avanços tecnológicos são necessários para aproveitar plenamente os benefícios das vias de sinalização mediadas por melatonina na mitigação do estresse nutricional e na melhoria da produtividade vegetal.
Abstract
Nutrient stress significantly threatens agricultural productivity, compromising plant growth, development, and yield. In recent years, there has been growing interest in the potential of melatonin-mediated signaling pathways to alleviate nutrient stress and enhance plant resilience. Melatonin exhibits diverse roles in plant physiology, including its participation in regulating several fundamental processes such as photosynthesis, root development, and stress responses. Numerous studies have reported that the exogenous application of melatonin can enhance nutrient uptake efficiency, promote root growth, and improve the overall nutrient status of plants. It has been shown to facilitate the uptake of essential minerals by modulating nutrient transporters and related gene expression. Its ability to regulate nutrient uptake, allocation, and utilization can help alleviate nutrient stress in plants. It was found that melatonin treatment increased the nutrient use efficiency (NUE) by up to 20%, resulting in higher yields and biomass accumulation. This increased NUE was attributed to improved nutrient uptake, translocation, and photosynthetic activity. In addition to increasing NUE, melatonin improved root growth and development, leading to better nutrient uptake. Melatonin, as a signaling molecule, offers promising opportunities for enhancing plant growth, development, and stress tolerance. However, challenges such as understanding the intricate mechanisms of melatonin signaling, optimizing its application methods and ensuring its compatibility with different plant species and environmental conditions need to be addressed. Further research and technological advancements are required to fully harness the benefits of melatonin-mediated signaling pathways in mitigating nutrient stress and improving plant productivity.
A. A. A. Shahani
A. Abbas
J. A. Siddiqui
S. Ullah
R. Hameed
T. Cheng
M. A. Asghar
A. Fayyaz
K. A. Khan
T. H. Farooq
2023 - South African Journal of Botany