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Phyconomy: the extensive cultivation of seaweeds, their sustainability and economic value, with particular reference to important lessons to be learned and transferred from the practice of eucheumatoid farming
Resumo
Kappaphycus e Eucheuma, conhecidos coletivamente como ‘eucheumatóides’, são dois gêneros relacionados de algas vermelhas que atualmente lideram o ranking de volume de produção global de macroalgas cultivadas. Desde 2009, o volume cultivado combinado desses carragenófitos ultrapassou o das algas marrons Laminaria (Saccharina) e Undaria em tonelagens de produção global, segundo estatísticas da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). A região do Sudeste Asiático, particularmente Indonésia, Filipinas, Malásia, Tanzânia e África Oriental são os principais produtores de biomassa euqueumatóide. Apesar de várias histórias de sucesso do cultivo de algas vermelhas e do valor econômico e socioeconômico de seus serviços ecossistêmicos, ainda há uma série de lições salutares a serem aprendidas com as práticas “agronômicas” aplicáveis ao seu cultivo extensivo. Esses estudos de caso devem ser desenvolvidos, analisados e adotados como recomendações de melhores práticas para a prosperidade socioeconômica futura, bem como para a sustentabilidade econômica e ambiental. Nesta revisão, propomos o uso do termo ‘ficonomia’ (ou seja, produção em larga escala de macroalgas marinhas para fins econômicos e industriais) como uma alternativa ao termo agronomia (ou seja, produção de plantas terrestres).
Abstract
Kappaphycus and Eucheuma, known collectively as ‘eucheumatoids’, are two related genera of red seaweeds which currently lead the rankings for volume of global production of farmed macroalgae. Since 2009, the combined cultivated volume of these carrageenophytes overtook that of the brown seaweeds Laminaria (Saccharina) and Undaria for global production tonnages, according to statistics of the Food and Agriculture Organization of the United Nations (FAO). The Southeast Asian region, particularly Indonesia, the Philippines, Malaysia, Tanzania, and East Africa are the major producers of eucheumatoid biomass. Despite several success stories of red seaweed cultivation and the economic and socioeconomic value of their ecosystem services, there remain a number of salutary lessons to be learned from ‘agronomic’ practices applicable to their extensive cultivation. These case studies should be further developed, analysed, and adopted as best-practice recommendations for future socioeconomic prosperity, as well as both economic and environmental sustainability. In this review, we propose the use of the term ‘phyconomy’ (i.e. large-scale production of marine macroalgae for economic and industrial purposes) as an alternative to the term agronomy (i.e. terrestrial plant production).
Anicia Q. Hurtado
Iain C. Neish
Alan T. Critchley
2019 - Phycologia